Melodia para o Salmo 84, domingo, 15 de julho de 2012

Clique no link acima, e veja que linda a melodia foi proposta pelo Paulinho e a Graça, da Canção Nova!

Cantemos os Salmos nas Missas dos domingos, em louvor ao nosso Deus criador!

“Memória traiçoeira”: aproveitando o affair Tande_&_Lizandra

Clique no link acima, e leia o comentário do Economista e gente boa Rodrigo Constantino sobre a miopia de nossa memória, que nos leva a tomar decisões equivocadas ou até mesmo cuspir no prato que comeu. A ciência, através da economia comportamental, já sabe porque isto nos acontece.

Aproveite a viagem e conheça o blog do Rodrigo. Excelente!

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Final de semestre letivo é sempre assim, ao menos comigo: uma grande alegria, pela certeza do dever cumprido, mas ao mesmo tempo uma ponta de tristeza, pelos alunos que ficaram reprovados! E aí vem aquela pergunta: quem reprova é o Professor, ou é o próprio Aluno quem se reprova?

Sou daqueles que gosta de entregar o que foi combinado, e no caso acadêmico, temos uma Ementa, temos um Plano de Ensino, temos um calendário acadêmico, e isto tudo nos obriga a cumprir aquilo a que o curso ou a instituição se propôs fazer. Neste aspecto, não há dúvidas! Eu cubro todas as unidades programáticas; eu não falto; eu não chego atrasado; eu não desperdiço tempo com bobagens; eu incentivo a leitura; eu facilito as coisas para os alunos carentes de dinheiro e de tempo, fornecendo a eles uma Apostila contendo os itens básicos que serão cobertos; quando possível, eu faço atividades mais dinâmicas em sala, coisas que envolvam e libertem a ação criadora do aluno, e por fim, eu cobro nas Avaliações exatamente aquilo que foi abordado em sala.

O problema é que isso não é suficiente para sensibilizar uma parte significativa do alunado. Este grupo de alunos não se sensibiliza, não reage aos incentivos, não se move para fazer o mínimo que lhes é pedido, e aí, as coisas ficam muito complicadas. Já é dito e conhecido de todos a aversão que apresentam às leituras. É a geração do paradoxo: lêem o dia inteiro (e-mails, twitter, facebook…), mas reclamam de uma prova que tem 4 páginas. Nas redes sociais se comunicam, se expõem, mas em sala de aula, são como zumbis, mortos-vivos que nada fazem, com nada interagem, estão ali apenas para deixar o tempo passar.

Um aluno me disse certa vez: “Professor, eu quero passar; aprender, eu aprendo depois!”.  Talvez seja esta a filosofia de estudos deste pequeno grupo que desafia o bom senso, e que se coloca diante das provas realmente como o  personagem daquele filme “À espera de um milagre”. O milagre virá do esqueminha da cola, ou de alguma facilidade apresentada pelo Professor de coração mole, de um bom score nas questões de “Chútipla escolha”, de qualquer lugar, de qualquer coisa!

Não deve ser assim, até porque, há o outro lado: jovens que lutam com toda a dignidade para superar tempos, distâncias, empregos, filhos, e que lá estão, das 19 às 21:40 lutando, plenamente conscientes do que estão fazendo em sala, e de onde querem chegar. É por isto que alguns conseguem, e outros não. Estes, os que não conseguem, são os que frequentam o “Muro das Lamentações” no final do semestre, cada qual com uma história mais triste que o outro.

Histórias rendem boas conversas, ombro amigo, conselhos, mas não necessariamente aprovação numa determinada matéria. Alunos que não podem ficar reprovados porque perderão bolsas de estudo, ou que perderão o patrocínio que lhes garante o financiamento das mensalidades, ou que deixarão de alcançar uma promoção no trabalho, caso não se formem, alunos que já estão comprometendo parte da renda com a festa da formatura, alunos que já são repetentes na matéria, alunos que não podem ficar reprovados porque a matéria é pré-requisito para várias outras matérias, nada disto é motivo para que passemos por cima dos critérios de aprovação para garantir ao aluno continuar sua jornada, sempre à espera de um milagre. Ao contrário: alunos que se enquadram em qualquer uma destas situações, devem ter o compromisso de lutar, desde a primeira aula, por seus objetivos, objetivos que são seus, e não do Professor!

Eu prefiro os alunos do outro grupo, sem dúvida! Veja este exemplo: neste semestre recebi um e-mail de uma aluna me pedindo encarecidamente que eu a retirasse da Prova Final, e elencava uma série de motivos pessoais e profissionais para me sensibilizar. Respondi à aluna que estas dificuldades só valorizariam as vitórias que ela poderia alcançar, e que ela não deveria se furtar à responsabilidade de encarar a avaliação e se superar. Dito e feito! A aluna acabou tirando nota até maior do que o mínimo necessário para passar!

Por tudo isto, é que eu continuo achando que quem se aprova ou quem se reprova é o aluno, e que ele não deve fugir desta responsabilidade, deste compromisso. Alunos que lutam dignamente pelo que é seu, geralmente conseguem atingir suas vitórias. Alunos que estão sempre à espera de um milagre… bem, pode ser que o milagre não aconteça! E se assim for, não adianta culpar aos outros.

Por onde anda o Ministério Público que não toma uma providência junto à Agência Nacional de Saúde? Ele proibiu a Americanas.com de assumir novos pedidos de clientes do Rio de Janeiro, até que a B2W efetuasse todas as entregas que estavam pendentes no site, lembram disto? Por que não fazer o mesmo com os Planos de Saúde? Nenhum plano de saúde poderia admitir novos associados individuais ou coletivos, até que estivesse normalizado o agendamento de consultas e exames em prazo razoável, segundo padrões da OMS. Simples, ou não!

O que não dá para entender é esta indiferença do poder público, que assiste ao espetáculo do crescimento do número de vidas supostamente protegidas pelos contratos sem a correspondente contrapartida na qualidade do atendimento como decorrência natural da adequação da rede de médicos credenciados. Por fim, cabe notar que nem os doentes se mobilizam para lutar pelos seus direitos, seja quanto ao dever constitucional de o estado prover a saúde pública, ou quanto à obrigação assumida pelos planos de saúde frente aos contratos.

Veja matéria no Globo Online: http://oglobo.globo.com/rio/consultas-duras-penas-com-planos-de-saude-5175821

Hoje, 11 de junho, recebi o segundo e-mail automático da Seção Defesa do Consumidor do Jornal O Globo. Como sabem, eu reclamei ao O Globo da política comercial de O Globo… Tudo faz crer que em breve receberei um pronunciamento completo e definitivo sobre este tema!

De: Envio Defesa do Consumidor – Infoglobo <respostaconsumidor@oglobo.com.br>

Para: wiliam.rangel@yahoo.com.br

Enviadas: Segunda-feira, 11 de Junho de 2012 8:11

Assunto: Defesa do Consumidor

Rio de Janeiro, segunda-feira, 11 de junho de 2012

Prezado (a) leitor(a) WILIAM BARBOSA RANGEL

A seção “Defesa do Consumidor” do jornal O GLOBO recebeu sua reclamação e entrou em contato com a empresa citada (JORNAL O GLOBO – ASSINATURA/INTERNET). Ela tem um prazo de 15 dias úteis para o envio da resposta. Após este prazo se ela não se pronunciar, cobraremos e tão logo esta resposta chegue, enviaremos pelo e-mail informado.

Qualquer comunicação deve ser feita pelo site http://www.oglobo.com.br

Agradecemos sua atenção.

Defesa do Consumidor

Jornal O GLOBO

Referência: 275807

Gerência de Relacionamento com o Cliente

Ediê Câmara /João Vitor / Márcia Bastos / Monaliza Santos

Tel.: 21- 2534-5200

Site: http://www.oglobo.com.br

ImagemO MRE soltou uma nota ontem no Facebook comentando as últimas decisões do governo brasileiro em relação ao sanguinário Presidente da Síria e a situação de calamidade humana deste pequeno país, onde todos os dias morrem dezenas de civis, entre eles muitas crianças, assassinadas pelas forças leais a este ditador.

A ONU até quer fazer uma ação enérgica, mas China e Rússia bloqueiam estas iniciativas no Conselho de Segurança da ONU, aproveitando-se do poder de veto que lhes caiu dos céus, e da condição de fiadores militares do ditador sírio.

O que não dá para entender é a tibieza da diplomacia brasileira, que insiste em achar que tudo vai se resolver através do diálogo, repetindo erros do passado recente, em que o Brasil passou vexame. O caso Brasil-Turquia-Irã foi de uma sem-vergonhice a toda prova, e resultou em nada vezes nada! O apoio ao Manuel Zelaia de Honduras também foi outro fiasco. No caso da Síria, o que dói é ver diariamente nos jornais os relatos e as fotos da população civil sendo massacrada, e saber que o governo brasileiro insiste no mundinho do faz-de-conta.

Ambicionamos maior poder no FMI, ambicionamos um assento no Conselho de Segurança da ONU. Porém, a inoperância brasileira frente ao holocausto sírio só nos afasta cada vez mais dos grandes centros de poder mundial. Ser líder mundial implica assumir riscos, tomar decisões, posicionar-se objetivamente diante dos fatos, e não apenas jogar para a arquibancada, esperando ganhar o troféu fair-play.

A turma de Economia (Administração – 1º Período) Caxias hoje deu um show! São 80 Alunos na pauta, e apesar de ser sexta, à noite, no meio de um feriadão, 53 Alunos compareceram! Dei uma aula super leve, uma revisão de Microeconomia e de Macroeconomia, visando às Avaliações do final do período.

Gente nova, gente bacana, gente legal! Um relacionamento respeitoso, e um grande interesse em aprender. Foram duas horas e meia muito proveitosas e gratificantes.

Então, eu mando o meu abraço aos Alunos da Sala L-315. Bom final de semana a todos, e que Deus abençoe cada minuto da vida de vocês!